O estado que registrou o maior número de falhas nos dispositivos é o Rio de Janeiro, com 55 urnas trocadas nas primeiras horas da eleição municipal. Já o segundo estado com mais substituições de máquinas eletrônicas de votação é o Paraná, com 46 dispositivos. Em seguida, vem Santa Catarina, onde 35 urnas foram repostas.
De acordo com a assessoria do TSE, 17 dos 26 estados brasileiros tiveram de recorrer às urnas eletrônicas reservas. No Acre, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Roraima, Rio Grande do Sul e Tocantins não há registro de problemas com os equipamentos.
Ainda segundo a Justiça Eleitoral, nenhum estado teve de recorrer às votações manuais para dar prosseguimento ao processo eleitoral. No total, os tribunais eleitorais brasileiros dispõem de 56.844 urnas reservas para uso em caso de falhas dos equipamentos instalados nos locais de votação.
A vida útil de uma urna eletrônica, afirma o TSE, gira em torno de uma década. Nesse período, os equipamentos chegam a ser utilizados em até quatro eleições.
Fonte: g1.globo.com
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