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terça-feira, 26 de julho de 2016

‘Governos do PT agiram como bárbaros e roubaram o povo brasileiro’, diz Rogério Marinho

ROGERIO MARINHOA crise enfrentada pela Petrobras, após a descoberta dos desvios bilionários patrocinados pelos governos do PT, foi o assunto principal do novo artigo do deputado federal Rogério Marinho, presidente de honra do PSDB no Rio Grande do Norte, estado onde o problema causou o desemprego de mais de 20 mil pessoas.

“Os Governos do PT agiram como bárbaros, saquearam a maior empresa pública brasileira. Pior, canalizaram dinheiro da Petrobras para financiar ditaduras bolivarianas e campanhas políticas. Roubaram o povo brasileiro”, diz Rogério, após relembrar as delações da Operação Lava Jato.

Ainda de acordo com o parlamentar, a Petrobras valia em 2008 R$ 508 bilhões e tinha uma dívida de R$ 80 bilhões. Este ano, “fruto de uma administração temerária, corrupta, populista e incompetente dos Governos do PT”, a maior estatal do país vale R$ 120 bilhões e deve impressionantes R$ 500 bilhões. “Hoje é a segunda empresa de capital aberto mais endividada da América Latina”.

Confira o texto abaixo, na íntegra.

O maior roubo da história republicana

Deputado Federal Rogério Marinho

A Petrobras, nossa principal empresa, orgulho e símbolo para todos os brasileiros, em 2008 valia cerca de R$ 508 bilhões e devia R$ 80 bilhões. Em 2016, fruto de uma administração temerária, corrupta, populista e incompetente dos Governos do PT teve seu valor reduzido para menos de R$ 120 bilhões e sua dívida explodiu para R$ 500 bilhões. Hoje é a segunda empresa de capital aberto mais endividada da América Latina.

O roubo de Pasadena, superfaturamentos em Abreu e Lima e Comperj, na casa de dezenas de bilhões de dólares, o represamento de preços com fins eleitoreiros, o aparelhamento com os "companheiros" e operadores políticos que saquearam e destruíram a empresa em nome de um único projeto: a manutenção no poder a qualquer custo; foram ao longo dos últimos 13 anos o único objetivo.

Agora com as investigações da "Lava-Jato" e palavra de delatores condenados que ocupavam cargos de direção na Petrobras, fica cada vez mais claro que os Governos do PT agiram como bárbaros, saquearam a maior empresa pública brasileira. Pior, canalizaram dinheiro da Petrobras para financiar ditaduras bolivarianas e campanhas políticas. Roubaram o povo brasileiro.

Não podemos aceitar passivamente que os saqueadores, de forma cínica, joguem a culpa deste crime nos que, agora, estão tentando salvar a empresa. Não há limites para a desfaçatez daqueles que estavam recentemente no comando e agora vem a público denunciar pseudo privatização. As consequências para o nosso RN são avassaladoras. Em Mossoró, Assu, Pendências, Alto do Rodrigues, Baraúna e tantos outros municípios, milhares de empregos foram eliminados pelo desmonte feito pelos governos Lula-Dilma. Há culpados; e estes tentam se esconder atrás de mentiras.

Hoje, não há capacidade para fazer investimentos na prospecção do petróleo, refino e distribuição. Definitivamente, eles quebraram a Petrobras e acumularam prejuízos, tendo a empresa seu valor de mercado reduzido para um quarto: crime de lesa-pátria.

Normalmente, os criminosos não admitem culpa. Negam e mentem apesar das evidências. Estão apostando na repetição ad nauseam de uma suposta privatização como desejo dos adversários, jogam todas as fichas na repetição de mantras mentirosos.

Estamos lutando no Congresso pela recuperação da empresa. Apoiamos o projeto de Lei 131 de 2015 do senador José Serra. Contra os dinossauros do atraso, do falso argumento e do cinismo, precisamos permitir parcerias na exploração do pré-sal e que a iniciativa privada explore os campos maduros em terra aqui no RN e outros estados brasileiros, para recuperarmos os empregos e impulsionarmos nossa economia. A liberdade de mercado com controle social sempre joga a favor dos trabalhadores e da geração de riquezas para o país. O estatismo petista rima com corrupção. Para vencer o atraso é essencial injetar na Petrobras a cultura da liberdade de mercado e competência, recuperar a confiança e o equilíbrio econômico ao longo dos próximos anos. Esta é a nossa tarefa, mãos à obra.

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